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  • Giovanna Masiero Fischer

O tal do Biocentrismo


Já ouviram falar de Biocentrismo? Pois bem...esse foi um dos livros que eu li e me deu algumas respostas. Foi escrito por Robert Lanza e Bob Berman e queria contar para vocês alguns pontos e pesquisas que esse livro menciona de forma bem resumida e a forma como eu entendi, complementando com algumas informações e percepções pessoais. Robert Lanza é um grande médico americano, cientista conceituado que trabalhou com clonagem e células-tronco e chegou a ser eleito pela revista Time na lista de mais influentes. Ao longo da sua vida criou opiniões a partir da ciência e propõe essa visão mais técnica sobre nossa existência. Bob Herman é um astrônomo e ambos se associaram também a Deepak Chopra para levar ao mundo acadêmico essa nova filosofia.


Biocentrismo: Como a vida e a Consciência são as chaves para o entendimento da verdadeira natureza do universo e Além do Biocentrismo. Os livros questionam as explicações tradicionais da ciência sobre a evolução do ser humano. Basicamente, o que temos como certeza hoje é que o universo começou através de uma grande explosão energética, os ambientes surgiram a partir disso e também a vida, que foi evoluindo e se adaptando de forma aleatória até chegar ao que somos hoje. Ele ironiza isso. Falando mais ou menos assim: “a melhor forma que temos para explicar é que somos fruto de um acaso perfeito? Que estamos aqui por acaso? Basicamente, isso não explica nada”. E ele propõe uma quebra de paradigma. Sempre pensamos no mundo de forma linear, com passado, presente e futuro. E o mundo como um ambiente que já existe, com árvores, animais, céu etc e os humanos entram como parte desse ambiente. Nos encaixamos em algo que já está pronto. Mas será que é assim?


E aí surgem umas pegadinhas. Por exemplo: se uma árvore cair, no meio da floresta, e não tiver ninguém por perto, vai fazer um barulho? A resposta óbvia é sim, mas ninguém vai ouvir. Ou seja, o ambiente acontece perfeitamente e os seres humanos podem ou não ser parte disso. Mas a resposta não é essa. Na verdade, não vai fazer barulho nenhum. Vai acontecer uma pressão entre as massas, pulsos de ar, mas o som, o barulho, esse na verdade é uma percepção humana, causada pela forma que a pressão impacta os tímpanos. Os pulsos de ar fazem os tímpanos vibrarem somente se o ar está pulsando entre 20 e 20.000 vezes por segundo. 15 e 30 pulsos não são tão diferentes assim, mas só captamos acima de 20. Os nervos são estimulados a partir disso, mandam sinais elétricos para o cérebro, resultando na identificação de um barulho. Ou seja, o observador, o tímpano, o cérebro são necessários para a EXPERIÊNCIA do som. Sem a pessoa, há apenas silenciosos pulsos de ar.


A mesma coisa com cores. Sabiam que as cores são interpretações do cérebro? O ambiente é composto de partículas químicas incolores. Ou seja, imaginamos que no mundo tenha uma arvorezinha, com folhas verdes e caule de madeira marrom, materializada. Mas na verdade, o que existe fora de nós são partículas químicas incolores com composições químicas diferentes que afetam nossa percepções sobre odores (madeira vs folha), consistência dos materiais, cores etc. Agora vai meu momento filosófico: se olhássemos o mundo por fora, sem a limitação do cérebro humano mas ainda pensando como humanos, estaríamos cercados por nada.


Mas os objetos, eles existem né? Afinal, conseguimos pegar as coisas. Não exatamente. As moléculas são compostas por átomos, que possuem elétrons que giram como planetas ao redor do sol. Eles possuem ions negativos, que se repelem em contato com outros elétrons. As células são praticamente vazias (mais de 99% de vácuo), mas os elétrons impedem que as coisas se misturem, ou seja, com isso criamos a percepção de estarmos divididos dos objetos. PORÉM, os elétrons mudam o tempo todo baseados na energia do núcleo (nuclear) e aí a coisa fica bem interessante. Os elétrons não são partículas (algo concreto), eles são ondas, que se tornam partículas através da observação. Mas.....Gi....o que são ondas?? E qual a diferença ?? E por que isso é interessante ??


Imaginem que o elétron seja uma pedra. E joguem essa pedra na água. Gerou um impacto na água, uma onda, que refletiu a partir de um ponto central (queda da pedra na água). O que os cientistas imaginavam é que os elétrons fossem pedrinhas (partículas, algo que ocupa 1 único lugar no espaço). E fizeram uma pesquisa para descobrir o trajeto do elétron no espaço, ou seja, o caminho que essa pedrinha teria que percorrer para chegar do ponto A ao ponto B. Bem simples, né? Só que aí descobriram que o elétron podia refletir em pontos infinitos, ou seja, saia 1 elétron do ponto A mas chegavam faixos de luz no ponto B. Como isso era possível? Descobriram então que os elétrons eram as ondas e não partículas (pedra). Um único elétron ressonava em múltiplos lugares. Ele era um mar de probabilidades, no presente.


Aí os cientistas complicaram um pouco mais. Eles inseriram um observador no meio do caminho entre A e B. E tinha uma lente com dois furos também no meio do caminho, o observador estava depois dela. O que aconteceu? No primeiro estudo, sem o observador, o elétron passava por ambos os furos ao mesmo tempo no seu estado de ONDA. Já nesse segundo, ao ser observado, ele se tornou uma partícula, uma coisa, uma pedra da nossa metáfora e refletiu em um ponto quando chegou a B. Mas o mais engraçado disso é que ele já tinha passado somente por um furo, passou pelo observador e chegou ao ponto B. Ele advinhou que seria observado e escolheu um caminho previamente. Tem um vídeo bem legal que explica isso de forma didática (Dr Quantum demonstra o exp. Da fenda dupla). Isso justifica também que o tempo de forma linear é uma percepção humana. Vou tratar disso em detalhes em outro post.


E esse estudo é um dos grandes estudos da famosa Física Quântica. Tinha aquele filme do Segredo e muita gente fala sobre o poder do pensamento positivo a partir disso. Mas não existem estudos que provem isso em grande escala, a justificativa é que, se acontece no micro e o macro é formado a partir de micros, deveria refletir no macro também. Eu, pessoalmente, acho que tem muita gente se aproveitando do QUÂNTICO, tudo é quântico, quântico explica tudo etc. Acho que não é bem assim. Estamos falando de experiências interessantes, que mudam os paradigmas pré impostos e trazem uma perspectiva bem legal, porém muitas respostas ainda são suposições, interpretações e adivinhações. Temos que ter bastante clareza disso e meu papel é ser bem transparente com vocês. Eu prefiro interpretar como frequências positivas do que como pensamentos positivos, até porque ninguém consegue ser positivo o tempo todo e não é sempre que você pensa algo positivo que as coisas acontecem. Por isso minha intenção de trabalhar com frequências nos produtos de aromaterapia. Os livros ainda têm insights muito interessantes que vou continuar compartilhando com vocês. Para reflexão: “A ciência baseada na física e a complexidade do cérebro humano estão colocando a ciência em uma nova dimensão que é a Biologia” (www.biocentrismo.com.br). Estou muito feliz em poder refletir sobre isso! Beijos, Giovanna

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